por: Marina
E o post mais uma vez é sobre o assunto que vocês mais gostam, já que é o que mais recebe visitas bandipervertido.
Somos um animal, literalmente não só na cama, mas na hora de procurar um parceiro(parceira ou os dois quem sabe), ele usa todos seus instintos animais para achar o par perfeito -ou quase perfeito, poque nem todo mundo casa com a Angelina Jolie – esse post conterá informações básicas de como o ser humano realiza sua “caça” pelo par perfeito.
#Caçando com o sistema imonológico
Parece inusitado, mas você tem um equipamento capaz de fazer isso: seu nariz. Uma experiência que já virou clássica, criada pelo biólogo suíço Claus Wedekind em 1995, mostra isso. Funciona assim: primeiro, os cientistas fazem testes em vários homens e mulheres para medir seus sistemas imunológicos. Depois, pedem que eles usem a mesma camiseta por alguns dias e devolvam ao laboratório. Então as mulheres cheiram as dos homens, e vice-versa. E cada um monta um ranking com os cheiros que consideram mais sexy. Resultado: preferimos o odor de quem tem um sistema imunológico diferente do nosso. Quanto maior a diferença, mais gostosa a sensação de cheirar a camiseta. Se uma peça de roupa de alguém com um sistema imunológico complementar ao seu já dá prazer, imagine a pessoa inteira… Isso ajuda a explicar a “coisa de pele” alegada pelos casais apaixonados. Do ponto de vista do sistema imunológico eles realmente são duas metades, um é a tampa da panela do outro. E que se dane que ele não seja o Cauã Reymond nem ela a Grazi Massafera. O amor pode até ser cego de vez em quando, só que tem olfato.
#Caçando pela aparência
Mas o segredo do amor não está só na diferença. As semelhanças são fundamentais e também contam pontos no sucesso de um relacionamento. Há um pouco de Narciso aí dentro de você: na hora de se juntar para valer com alguém, pode achar feio o que não é espelho.
Imagine o seu próprio rosto transformado em um do sexo oposto. É possível que você considere essa pessoa virtual como o melhor par romântico possível. É o que concluiu o psicólogo David Perret, da Universidade Saint Andrews, na Escócia, depois de pesquisar as reações de seus estudantes aos próprios rostos metamorfoseados. A maioria escolheu a si mesmo, sem saber, como o parceiro ideal.
Isso parece contradizer a história dos sistemas imunológicos diferentes. Mas, na verdade, uma coisa não invalida a outra: realmente existem casais que se parecem com irmãos, mas isso não significa que essas mesmas pessoas se sintam atraídas por seus irmãos do sexo oposto – cujas defesas do organismo são quase idênticas.
Mas é fato que as pessoas parecidas com você inspiram mais confiança, dizem os pesquisadores. Por quê? Segundo Perret, talvez porque elas lembrem o rosto dos seus pais, as primeiras pessoas em quem você confiou na vida.
Quando o assunto é atração sexual pura e simples, a vantagem é do tipo mais diferentes: um homem baixo pode ter a fantasia de transar com uma mulher muito alta ou uma princesinha de ir para a cama com um ogro. Mas, na hora de escolher para o longo prazo, é básico que haja identificação, seja na aparência, seja na mente -tipo quando dizem que homem procura uma mulher igual a mãe dele, não é porque ela vai cuidar dele, e sim porque ele acha que pode confiar nela (mas só acha, bobeia com o cartão perto dela, bobeia pra você vê).
#A paixão é química
- pode também ser o nome de uma banda emo My Chemical Romance, preste atenção ao proucurar no google
O processo, lá dentro, começa com descargas de dopamina – a mesma substância que a cocaína e a heroína ativam no cérebro. É ela que faz você se sentir violentamente feliz quando o ser amado está por perto. É ela que dá a sensação de que o mundo todo está soltando fogos enquanto vocês se beijam. Por outro lado, os efeitos colaterais são insônia, taquicardia e falta de apetite. Sem falar na sensação de dependência química – as dores físicas que os apaixonados sentem têm um paralelo nas crises de abstinência dos viciados em drogas.
Essa montanha-russa é demais para qualquer organismo. Por isso mesmo a paixão tem data para expirar: até 3 anos. E o que a faz evaporar é justamente um relacionamento saudável. Isso mesmo: quem destrói os hormônios da paixão são substâncias que o corpo libera durante os orgasmos (veja na página 100). Se a relação continuar bem, elas vão fazer você se sentir cada vez melhor com o seu par, fortalecendo os laços entre os dois. E serão o gatilho para o instinto de virar mãe e pai – as mulheres, por exemplo, têm esses mesmos hormônios ativados durante a amamentação. Aí todos vão viver felizes para sempre… A não ser que um dos dois pule fora para recomeçar esse jogo todo com outra pessoa. Afinal, paixão vicia. E nem todo mundo usa com moderação.Por isso não vale a pena casar por tipo 50 anos se a pessoa não lá essas coisas pra você ou se ela não for podre de rica.
A Maior parte desse post foi retirado do site da revista SUPER INTERESANTE. Para ler a materia completa clique aqui.
Tags: amor, dúvidas sobre sexo, namoro, paixão, par perfeito, séquiço, sexo